Workshop debate planejamento estratégico para universidades brasileiras
Com o objetivo de apresentar a importância do Planejamento Estratégico nas ações para a pós-graduação das universidades brasileiras, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) promoveu nesta quinta-feira, 22, o workshop internacional “Traçando o Curso para a Excelência: Aplicando o Planejamento Estratégico para Compreender os Desafios do Século 21 – Uma Perspectiva Norte-Americana”.
O evento contou com a participação de dois especialistas sobre o tema vindos da City University of New York (CUNY), a maior universidade urbana do país, com mais de 260.000 estudantes em regime de créditos e 273 mil alunos de educação continuada e profissional, matriculados em campi localizados em todos os cinco distritos de Nova York.
professor James B. Miliken abordou o que chama de imperativo do planejamento estratégico. “Não estamos aqui para ensinar como fazer a gestão de uma universidade, tenho certeza que vocês já fazem muito bem esse trabalho, estive envolvido em muitos trabalhos de cooperação acadêmica com pesquisadores brasileiros nos últimos anos”. Para Miliken, o que é importante nesse processo é uma mudança de perspectiva. “É fundamental encontrar uma maneira de pensar estrategicamente o futuro. Como isso funcionará em sua instituição, só você poderá saber”.
O especialista norte-americano trouxe um panorama sobre o novo ambiente da educação superior no século XXI e como pensar estrategicamente diante deste cenário. O professor Miliken acredita na importância de criar uma cultura de planejamento. “O mais difícil não é o planejamento, ter um plano feito, o verdadeiro desafio é como fazer com que toda a instituição, todo o corpo de funcionários, da diretoria, ao apoio técnico, passando pelos professores, pense estrategicamente. Saibam para onde estão indo e para onde querem ir”, definiu.
Representante do Centro de Pós-Graduação da CUNY, o professor Chase F. Robison, também reforçou que o objetivo do encontro não era apresentar uma receita única de Planejamento Estratégico. “Há múltiplas maneiras de se atingir esse objetivo. Ao demonstrar um caso e mostrar o processo da City University of New York, os pesquisadores brasileiros podem entender melhor como nós chegamos onde estamos, mas principalmente, aonde podem ir”, enfatizou.
professor James B. Miliken abordou o que chama de imperativo do planejamento estratégico. “Não estamos aqui para ensinar como fazer a gestão de uma universidade, tenho certeza que vocês já fazem muito bem esse trabalho, estive envolvido em muitos trabalhos de cooperação acadêmica com pesquisadores brasileiros nos últimos anos”. Para Miliken, o que é importante nesse processo é uma mudança de perspectiva. “É fundamental encontrar uma maneira de pensar estrategicamente o futuro. Como isso funcionará em sua instituição, só você poderá saber”.
O especialista norte-americano trouxe um panorama sobre o novo ambiente da educação superior no século XXI e como pensar estrategicamente diante deste cenário. O professor Miliken acredita na importância de criar uma cultura de planejamento. “O mais difícil não é o planejamento, ter um plano feito, o verdadeiro desafio é como fazer com que toda a instituição, todo o corpo de funcionários, da diretoria, ao apoio técnico, passando pelos professores, pense estrategicamente. Saibam para onde estão indo e para onde querem ir”, definiu.
Representante do Centro de Pós-Graduação da CUNY, o professor Chase F. Robison, também reforçou que o objetivo do encontro não era apresentar uma receita única de Planejamento Estratégico. “Há múltiplas maneiras de se atingir esse objetivo. Ao demonstrar um caso e mostrar o processo da City University of New York, os pesquisadores brasileiros podem entender melhor como nós chegamos onde estamos, mas principalmente, aonde podem ir”, enfatizou.
Também presente no workshop, o conselheiro para Educação, Cultura e Imprensa da Embaixada dos EUA no Brasil, Erik Holm-Olsen, definiu o encontro como demonstração do comprometimento da criação de planos sustentáveis e inclusivos para internacionalização da educação brasileira. “Nosso pilar é a bilateralidade. Nós da missão diplomática trabalhamos para aumentar as conexões com o Brasil e somos gratos a CAPES por fazer do EUA um dos principais parceiros do novo programa CAPES/Print”, afirmou.
Para o representante do governo norte-americano, as universidades nos EUA continuam interessadas em trabalhar com pesquisadores brasileiros, como parceiros equivalentes. “A Embaixada dos EUA acredita no poder da internacionalização não apenas como forma de aprimorar as experiências das instituições brasileiras, mas também de enriquecer com diversidade de conhecimento as instituições dos Estados Unidos”
O vice-presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Rui Vicente Oppermann apontou para a possibilidade de crescimento que se encontra latente nas instituições. ”As universidades passaram por um momento de expansão, com aumento de docentes, em geral doutores preparados para pesquisa e pós-graduação. Essa é uma oportunidade de expansão, não apenas numérica, mas qualitativa para nossos programas”.
Opperman acredita que o programa CAPES/Print é bem sucedido ao colocar o desafio da internacionalização das instituições com um enraizamento institucional. “Essa é a grande, e melhor, novidade do programa: atrelar o planejamento para a internacionalização com planejamento estratégico, uma perspectiva prática, realizável e factível. Dessa forma, o programa passa de oportunidade de internacionalização, para também possibilidade de organização de nossas instituições produtoras de conhecimento”.
Instituído pela portaria nº 220, de 3 de novembro de 2017, o CAPES/PrInt tem como objetivo fomentar a construção, a implementação e a consolidação de planos estratégicos de internacionalização de instituições, estimular a formação de redes de pesquisas internacionais com foco no aprimoramento da qualidade da produção acadêmica vinculada à pós-graduação, ampliar as ações de apoio à internacionalização na pós-graduação, promover a mobilidade de docentes e de discentes, incentivar a transformação das instituições participantes em um ambiente internacional, além de integrar outras ações de fomento da CAPES ao esforço de internacionalização.
Segundo a Diretoria de Relações Internacionais da CAPES Primeiro evento de outros para enfrentar mudanças, que estamos desenvolvendo junto com o Foprop, queremos ouvir também de vocês.
(Pedro Arcanjo - Brasília - CCS/CAPES)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura “CCS/CAPES” - 22.02.2018