16/02/2009

Trote do bem: Fazu dá o exemplo


“Trote Solidário une Fazu, Instituto Boa Fé e Hospital Hélio Angotti no combate ao câncer”.

 

Esta semana, os trotes em calouros receberam denúncias pelo exagero cometido pelos veteranos que não sabem separar brincadeira de violência e humilhação. Procurando reinventar uma nova forma de realizar o trote, há alguns anos o projeto Trote Solidário da Fazu desvincula o trote tradicional transformando-o em uma ação de fraternidade, respeito e alegria, sem deixar de lado seus principais valores: a integração entre calouros, veteranos e comunidade. Neste início de ano, a Fazu se uniu ao Instituto Boa Fé (INBF)  e Hospital Hélio Angotti (HHA) para apoiar ações de luta contra o câncer, por meio do Trote Solidário.

 

De 13 a 19 deste mês, dezenas de universitários vão atuar como voluntários no estande do Instituto Boa Fé, na Semana da Saúde e Prevenção do Shopping Uberaba. Eles foram treinados pelo coordenador do INBF, Jônadam Ma, para apoiarem a captação de doações que serão destinadas ao HHA. O recurso será utilizado no tratamento dos pacientes oncológicos. Também, durante a Semana da Saúde, dia 18, o Trote promove “Contação de Histórias”, com a participação dos alunos de Letras.

 

Outra ação do projeto, que vai até o dia 15 de março, é a participação dos alunos da faculdade nas palestras oferecidas por profissionais da saúde do HHA. E as atividades não param por aí: alunos, colaboradores e professores da Fazu, se empenham na campanha de arrecadação de óleo, que começa amanhã e vai até 13 de março. O óleo será doado ao HHA.

 

Segundo a diretora acadêmica da Fazu, Dionir Dias de Oliveira Andrade, o Trote Solidário é o primeiro passo, na faculdade, para que os jovens calouros exerçam a cidadania, por meio de trabalhos voluntários. “Dessa forma, a instituição está contribuindo para o fim de ações violentas e, acima de tudo, sensibilizando e despertando o graduando para a importância de trabalhos que ligam a academia à comunidade”, afirma.

 

A diretora ressalta que o Trote Solidário já possibilitou aos universitários desenvolver várias ações em asilos, creches, escolas, hospitais e comunidades carentes. “O projeto coloca universitários e professores em contato com a realidade de crianças, idosos e enfermos”, acrescenta.

 

Dionir recorda que esse trote do bem já colheu bons frutos. “Calouros e veteranos arrecadaram produtos de limpeza para a Organização dos Amigos Solidários à Infância e Juventude (Oasis) e se empenharam na venda de sanduíches Big Mac da campanha McDia Feliz, para beneficiar as crianças da Oasis com a construção do Centro de Transplante de Medula Óssea, em Uberaba”.

 

Outra boa ação que resultou de um dos trotes realizado pela Fazu foi a distribuição de sementes às famílias atendidas pelo Programa de Hortas Comunitárias, desenvolvido pela Seppai – Superintendência de Projetos e Parcerias Intersetoriais da Prefeitura, com apoio das secretarias de Infra-Estrutura e Agricultura. Mais um bom exemplo do Trote Solidário foi a doação de caixas de leite, bolachas e biscoitos para a Casa de Apoio Danielle. Os universitários também já doaram sangue ao Hemocentro.

 

Na opinião da diretora da Fazu todos os alunos ganham com as ações do Trote Solidário.  “O profissional que a empresa precisa, hoje, deve ser qualificado e oferecer mais do que competência técnica. Os novos processos da globalização, que levaram as empresas a grandes mudanças, exigem um profissional que incorpora novas habilidades. Neste sentido, a valorização do ser humano e de suas habilidades é fator primordial para o aumento da produtividade. Por isso, incentivamos gestos dessa natureza. Assim nossos acadêmicos percebem e valorizam as mudanças que devem começar dentro de cada um”, acrescenta Dionir.

 


Isabela Avelar
Assessoria de Comunicação - imprensa@fazu.br
 

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