14/04/2014

“Superfusão” impulsiona empresas de tecnologia criativa, diz professor

As "superfusões" em empresas da área de tecnologia criativa foram tema de palestra do professor inglês Jonathan Sapsed no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), em Brasília.

Ele começou sua apresentação explicando o que é “superfusão”. Segundo ele, o conceito nada mais é do que juntar a diversidade de setores como marketing digital, mídias sociais, web design, portais e televisão web, videogames e celulares em um mesmo projeto. Com isso, está surgindo uma nova tendência no mercado corporativo mundial de contratar um mix de profissionais de diferentes habilidades e especialidades de negócios para atender a essa demanda.

Sapsed disse que as empresas que combinam habilidades em design criativo e tecnologia digital com atmosfera colaborativa têm um crescimento três vezes mais rápido do que aquelas que trabalham em uma só área. A palestra foi intitulada “Superfusion: como as empresas de tecnologia criativa na era digital da informação estão impulsionando o crescimento econômico”.

O docente do Centro de Pesquisa em Gestão da Inovação (Centrim), da Universidade de Brighton, esteve na capital brasileira na sexta-feira (11). A iniciativa faz parte do intercâmbio de cooperação entre o Ibict e centros de ensino internacionais.

Intercâmbio

A diretora Cecília Leite ressaltou o esforço que o instituto está fazendo para que seus técnicos da instituição tenham acesso a estudos reconhecidos mundialmente. “Estamos intensificando o intercâmbio com outros países para troca de informações. Essa prática faz parte do nosso plano de trabalho para os próximos quatro anos. Queremos que o Ibict se torne cada vez mais uma referência na sua área de atuação”, explicou.

Com relação à possibilidade de aplicação da “superfusão” no Brasil, o professor inglês disse que ainda está estudando algumas experiências brasileiras. Sapsed, que visita pela segunda vez Brasília, disse que está tentando identificar clusters no país, como o Porto Digital, em Recife.

“A minha intenção é fazer um estudo similar no Brasil e quem sabe um estudo como Rio Fuse ou São Paulo Fuse, em um futuro próximo, a exemplo do que vem sendo feito na cidade de Brighton, na Inglaterra”, salientou.

Texto: Ascom do MCTI, com informações do Ibict

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