19/04/2008

Segunda edição do projeto cozinha-escola começa na terça-feira

Iniciativa conta com patrocínio da Fundação Nestlé

A segunda edição do projeto Cozinha-Escola começa sua nova turma na terça-feira (22), na comunidade de Paraisópolis, uma das maiores favelas da cidade localizada na zona Sul da capital paulista.

Ao todo, dez jovens terão a oportunidade de participar da iniciativa. Com patrocínio da Fundação Nestlé Brasil, o Cozinha-Escola irá capacitar o alunos na função de auxiliar de cozinha. No final, toda a estrutura montada para abrigar o curso fica no local, tornando a ação multiplicadora, pois os novos auxiliares poderão disseminar o conhecimento adquirido para várias outras pessoas.

Idealizado pelo chefe Celso Vieira Pinto e pela socióloga e gestora cultural Maria Regina Vieira Pinto, o curso tem todo o seu conteúdo voltado ao trabalho em serviços de alimentação e está adaptado ao novo código da ANVISA.

Nas 240 horas/aula investidas pelos jovens, que recebem uma ajuda de custo de meio salário mínimo, são incluídas visitas técnicas a grandes mercados e negócios de alimentação; nas aulas teóricas são estudados temas como Ética e Postura Profissional; higiene e saúde; manipulação de todos os tipos de alimentos, noções de confeitaria, panificação e pizzaria básicas, além de noções de serviço de atendimento ao cliente no salão.

"Um dos diferenciais do Projeto Cozinha-Escola é que ele se insere no movimento de transformação da profissão de cozinheiro em um ofício digno e de muita importância", afirma Celso Vieira Pinto. "Considerando as dimensões do Brasil, o fato de levarmos a escola de cozinha até o local onde existe demanda, faz o projeto ter uma eficácia muito maior. Além disso, para cada nova localidade onde montamos o curso, o manual é adaptado às tradições e particularidades regionais", complementa o chefe.

O Cozinha-Escola é um projeto que vai até o público. O principal critério para a seleção do local é verificar se ele possui potencial turístico de lazer ou de negócios, de modo que o aluno, após concluir o curso, tenha à sua disposição um mercado ativo onde se colocar. Sua implantação não requer espaços grandiosos. “Qualquer ambiente que possua uma medida de pelo menos 25 m² já é suficiente para a montagem da cozinha pedagógica e aplicação do curso."

(Envolverde/Pauta Social)

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