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O secretário de Saúde do Paraná, Gilberto Martin, disse nesta segunda-feira (27) em entrevista coletiva que a medida tomada por algumas escolas particulares de Curitiba de adiarem o início das aulas foi desnecessária. As escolas decidiram postergar o reinício das atividades do segundo semestre por medida de precaução à gripe A H1N1.
Segundo ele, a medida serve apenas para gerar mais confusão. “Um monitoramento escola por escola é o recomendável”, justificou. Pelas informações divulgadas ontem pela secretaria de Saúde, quatro pessoas já morreram no estado: uma no interior e três em Curitiba.
As escolas que decidiram adiar o reinício das aulas foram Opet, Trilhas, Anjo da Guarda e Bom Jesus. Diversas outras instituições de ensino estão tomando atitudes preventivas, como disponibilizar álcool em gel nos banheiros e outros ambientes, mas mantiveram o calendário normal de aulas.
Nas escolas do Grupo Positivo, dentre as medidas tomadas está desde manter abertas as janelas para circulação do ar até a higienização com álcool de carteiras das salas de aula e banheiros após cada mudança de turno. De acordo com um comunicado do diretor-geral, professor Carlos Dorlass, não há restrição ao uso de máscara na instituição “se isso deixa os alunos mais à vontade”.
O Paraná já registra 82 casos da gripe. Outros 999 são suspeitos e estão sendo monitorados.
(Envolverde/Nota 10)
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