14/05/2010

Novas instituições vão compor o Escolas de Fronteira

Mais quatro escolas de ensino fundamental, sendo duas do Brasil e duas do Paraguai, ingressam este ano no programa Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira. O programa, que começou a ser executado em 2005, com escolas brasileiras e argentinas, e em 2007 foi incorporado ao Setor Educacional do Mercosul, reúne hoje também escolas do Uruguai, Paraguai e Venezuela.

O ingresso das escolas brasileiras – Pedro Afonso Pereira Goldoni e Professora Geni Marques Magalhães, ambas de Ponta Porá (MS) – e das escolas paraguaias – Capitan Pedro Juan Caballero e San Afonso, da cidade de Pedro Juan Caballero – está previsto para agosto próximo. Cada escola entra na experiência com três turmas do primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental.

Um diagnóstico sociolinguístico vai preceder a entrada das escolas no programa. O diagnóstico auxilia os ministérios da educação dos países envolvidos na ação a conhecer as condições de uso das línguas portuguesa, espanhola e guarani na linha da fronteira, por alunos, pais, educadores e as comunidades do entorno.

Dados do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (Ipol), que coordena o programa no lado do Brasil, mostram que o Escolas de Fronteira reúne cinco países – Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. No conjunto, são 24 escolas de 20 cidades. Participam das atividades 60 professores e cerca de 4 mil alunos de 111 turmas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.


(Envolverde/Nota 10)

 
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