15/09/2007

Mudança pela sustentabilidade do planeta começa em casa, diz coordenador

Por Petterson Rodrigues, da Agência Brasil

Mogi das Cruzes - Educar para a sustentabilidade do planeta, educar para um novo mundo. A Terra é nossa casa - como tal, deve ser respeitada e não somente explorada. Pense globalmente, aja localmente. É preciso repensar a sociedade, o setor reprodutivo e a própria sociedade de consumo. As ações foram sugeridas nesta quinta-feira (13) na conferência "Educar para a Sustentabilidade do Planeta", realizada durante o Fórum Mundial da Educação Alto Tietê (Fmeat).

As idéias foram lidas ao público pela relatora da conferência e professora da Universidade de São Paulo (USP), Rosely Imberson. Segundo ela, quando se fala em educar para sustentabildade do planeta, é importante destacar a educação no campo, que necessita de políticas públicas construídas a partir de demandas sociais.

Para o diretor geral do Instituto Paulo Freire e um dos coordenadores do fórum, Moacir Gadotti, a conferência deixou vários exemplos de como se pode educar para ajudar o planeta. "Pode-se fazer uma auditoria nas próprias escolas e examinar o que é sustentável e o que não é. Mas o mais importante são os valores das pessoas. Temos que mudar o nosso estilo de vida para mudar o planeta. Não adianta você berrar para os outros mudarem o planeta. A mudança começa na nossa própria casa".

Além de Imberson e Gadotti, participaram da conferência a especialista em educação no campo e membro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) Cristina Vargas e o professor da Universidade de Campinas (Unicamp) e membro do MST, Carlos Rodrigues Brandão.



(Envolverde/Agência Brasil)


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