Motorola incentiva a entrada de estudantes no mercado de trabalho
A Motorola encerrou o ano de 2006 com a participação de 67 menores aprendizes no programa de estágio Motopráxis, na fábrica em Jaguariúna e no escritório da empresa, em São Paulo. Um dos objetivos do projeto é oferecer aos estudantes uma oportunidade de ingressarem no mercado de trabalho, além de proporcionar todo o apoio para que os iniciantes se desenvolvam profissionalmente.
O destaque é que 30 estudantes continuam na segunda etapa do processo, chamada Vôo Maior, e passam a ser estagiários da companhia. No ano passado, 25 aprendizes se mantiveram no projeto.
"O aumento no número de jovens para a próxima fase do programa deve-se, principalmente, ao investimento contínuo da Motorola no desenvolvimento profissional e pessoal desses aprendizes, além do esforço individual dos candidatos para permanecerem no Motopráxis", diz Eduardo Pellegrina, diretor de Recursos Humanos da Motorola Brasil. Para ele, a continuidade é a chave do processo, que visa oferecer a oportunidade do primeiro emprego e contribuir para o aperfeiçoamento deste jovem talento.
Dentro do programa Motopráxis, a Motorola também utiliza a Lei do Aprendiz, que prevê facilidades para o ingresso do jovem no mundo do trabalho, como meio de transformar sua realidade pessoal e social. As instituições parceiras da empresa são o Senai de Jaguariúna (SP) e o Rotary Club de São Paulo.
Desde o início do programa de estágio Motopráxis, em 2005, já passaram pela Motorola 140 estudantes.
Motopráxis, um incentivo ao talento
Dentro de sua política de incentivo ao desenvolvimento social brasileiro, a Motorola desenvolveu um sistema de treinamento de talentos, o Motopráxis. Em parceria com a Manpower, consultoria em recursos humanos, o projeto foi criado com o objetivo de abrir um canal pelo qual estagiários e mentores possam desenvolver e aplicar, em suas atividades diárias, a teoria adquirida durante a formação profissional.
O Motopráxis tem como proposta integrar o que, na visão da Motorola, se constitui nos três pilares do desenvolvimento pessoal: experiência, acompanhamento e educação. O programa abrange três fases: Vôo Brevê, para estagiários de ensino médio, colégios técnicos e aprendizes do Senai; Vôo Maior, para estagiários de ensino superior; e Vôo de Escolta, voltado aos funcionários que são mentores dos estudantes.
Cada estagiário tem um supervisor responsável por seu desenvolvimento integral. Os mentores devem estimular e acompanhar a evolução das competências, bem como todo o processo de crescimento na carreira de cada profissional.