Meta do Brasil é a formação de 180 milhões de educadores ambientais
Dedicação incondicional de uma vida toda. Como se tratasse de um filho. Essa deve ser a maior motivação que um profissional da área ambiental deve ter. Segundo Marcos Sorrentino, diretor da Diretoria de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, trabalhar com o meio ambiente e desenvolvimento sustentável só por causa das oportunidades de trabalho é muito efêmero.
A palestra que Marcos Sorrentino fez parte da abertura do Fórum Permanente de Energia e Ambiente, que na terça-feira tratou do tema “Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável”, no Centro Superior de Educação Tecnológica (Ceset) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Esta foi a segunda edição do fórum promovido pelo Ceset, com parceria do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). O evento é uma iniciativa das Coordenadorias Geral da Universidade (CGU) e de Relações Institucionais e Internacionais (Cori), que já contabilizam 70 fóruns promovidos durante esse ano.
“A maior política pública do governo é formar 180 milhões de educadores ambientais no Brasil”, afirma Sorrentino. Pessoas que se envolvam por inteiro numa causa, que, segundo ele, é sincrônica (cuidar do planeta para as pessoas que estão além da nossa convivência) e diacrônica (cuidar da espécie para o seu crescimento).
Sorrentino destacou a importância da sociedade rever o que é realmente importante para a sobrevivência em sociedade. “Todos nós queremos ter o kit civilização”, reflete.
O Fórum Permanente de Energia e Ambiente contou também com o patrocínio do curso de especialização de ambiente e desenvolvimento sustentável do Ceset e da empresa Águas de Limeira.