MDS assina convênios de inclusão produtiva em parceria com universidades de todo o País
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) assinou, nesta quinta-feira (11), convênios para a destinação de recursos a 38 projetos de inclusão produtiva elaborados por instituições de ensino de todo o País. Serão destinados R$ 8 milhões para ações de geração de trabalho e renda, que contam com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e deverão ser implantadas em um prazo máximo de 12 meses.
Os programas de inclusão produtiva são apontados como uma porta de saída da população mais pobre dos programas socioassistenciais. Dos 38 projetos de geração de trabalho e renda aprovados, 16 são para a região Sudeste; oito para o Nordeste; oito para o Sul; três para o Norte; e três para o Centro-Oeste.
Participaram da cerimônia de assinatura dos convênios o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e o representante-residente interino do PNUD no Brasil, Lucien Muñoz, bem como os reitores e representantes das 28 instituições de ensino superior públicas e comunitárias que tiveram projetos selecionados.
Nós celebramos, aqui, a afirmação de políticas públicas como parcerias, com a soma de esforços do governo com as universidades na busca do interesse maior da coletividade, afirmou o ministro do Patrus. Como professor universitário ligado à Pontifícia Universidade Católica de Minas, sinto-me feliz, como cidadão, de ver as universidades públicas e comunitárias assumindo este papel no campo da promoção social.
O PNUD apóia o programa de inclusão produtiva do MDS porque trata de duas questões que, a nosso ver, são fundamentais para a erradicação da pobreza: emprego e geração de renda, afirmou Lucién Muñoz. Erradicar a pobreza e a fome é a primeira meta dos Objetivos do Milênio e este programa é um complemento muito importante a outros programas sociais já vigentes, que têm demonstrado um impacto muito importante sobre a pobreza.