Instituto Ecoar apresenta questões ambientais complexas de forma dinâmica e acessível
Organização da sociedade civil de interesse público aposta na educação ambiental com conhecimento científico, embasamento teórico e exemplos cotidianos para mobilizar sociedade civil, empresas privadas e órgãos do governo.
Para contribuir na construção de sociedades sustentáveis e em equilíbrio com a natureza, o Instituto Ecoar para a Cidadania, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), é responsável pela implantação de mais de 50 projetos de meio ambiente e educação ambiental em todo país. Nessa área, desde 1992 o Ecoar já desenvolveu trabalhos em grandes empresas como a Petrobrás; promove constantemente cursos de capacitação para gestores ambientais de diversos municípios no estado de São Paulo; cursos de educação ambiental para a sociedade civil de forma geral, cursos sobre temas ambientais contemporâneos gratuitos para jornalistas, além de palestras no Brasil inteiro, sempre buscando relacionar conceitos e informações científicas ao cotidiano de cada pessoa, para facilitar sua assimilação.
Estes cursos e palestras vêm sendo muito procurados devido não só à grande projeção que as questões ambientais ganharam desde a publicação do IPCC, como ao seu formato didático, porém interessante, sua dinâmica interativa e conteúdo programático. Apresentando sempre dados científicos atuais e inovadores, fruto dos estudos e pesquisas do próprio Ecoar, as apresentações do instituto tornaram-se uma referência em educação ambiental para a sustentabilidade.
Desde o começo de 2007, a coordenadora Geral do instituto e uma das principais ativistas ambientais da atualidade, Miriam Duailibi, participou nos principais encontros pelo Brasil. Palestrou na Universidade de São Paulo (USP/SP) na semana do meio-ambiente; no Seminário Internacional de Seqüestro de Carbono (RN), no encontro Mudanças climáticas, uma questão de educação "Petrobras (BA); em mesa redonda sobre mudanças climáticas com Guilherme Behring (Globo Ecologia), Emilio de la Rovere (Coppe-Rio) e Carlos Kalil (pesquisador do biodiesel) no Cenpes - Petrobras(RJ), entre outros.
Segundo Miriam, o sucesso das apresentações do instituto e seus porta-vozes tem uma explicação simples. "Assuntos como créditos de carbono, reservatórios, fontes e sumidouros de CO2, agroecologia e tecnologias sustentáveis, por exemplo, são difíceis de serem transmitidos. Muitos especialistas têm conhecimento profundo, porém pouca didática, ou pouco conhecimento da realidade em que as pessoas estão inseridas. O diferencial do Ecoar é que traduzimos as informações científicas, contextualizando-as, trazemos estas questões para o dia a dia, de forma que cada pessoa compreender os fenômenos ambientais globais e saiba qual a sua responsabilidade no tema, o que e como fazer", esclarece.
Essa metodologia pode ser vista nos diversos cursos que o Ecoar oferece, alguns inclusive gratuitos ou em parceria com prefeituras e órgãos municipais. Em abril o instituto realizou o 1° Curso de Mudanças Climáticas para Jornalistas. O programa contava com aulas dos mais respeitados nomes do setor, desde ambientalistas, engenheiros florestais até professores, cientistas da USP e membros do IPCC. "A idéia surgiu da necessidade de esclarecermos alguns conceitos para os formadores de opinião, de forma que eles pudessem transmitir essas informações de forma clara e sem cometer equívocos, já que se trata der um assunto delicado"
,explica Miriam.
Outro bom exemplo da forma de atuação do Instituto foi a participação no Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais, responsável pela capacitação de 1000 gestores ambientais, incluindo os conselhos de meio ambiente em mais de 200 municípios paulistas. "Conseguimos levar ao nosso público uma quantidade grande de informações cientificas porque ao contrário do que muitos palestrantes fazem, usamos dados brasileiros, muitas vezes levantados pelo próprio instituto"; revela a especialista.
Legenda: Projeto de educação ambiental no Rio Tietê
(Envolverde/Assessoria)