Infratores ambientais participam de programa educativo
Apresentação do mapa acústico do Parque Zoobotânico marca programação educativa entre Museu e Juizado do Meio Ambiente
Antonio Carlos Lobo Soares, arquiteto do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), apresenta nesta segunda-feira (22), pela manhã, no auditório Alexandre Rodrigues Ferreira, o resultado de sua pesquisa que produziu o Mapa Acústico do Parque Zoobotânico.
A exposição compõe a programação educativa dedicada aos infratores de crimes ambientais, realizada pelo Goeldi em parceria com o Juizado de Meio Ambiente.
O objetivo da pesquisa é avaliar as conseqüências do ruído provocado por motores e buzinas de carros, música emitida de fontes sonoras diversas para os animais da coleção viva do MPEG. Realizado no âmbito de uma disciplina do curso de mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano da Universidade da Amazônia (Unama), o estudo foi iniciado em maio último e fez uso do aparelho sonômetro para medir o som nas proximidades do PZB, levando em consideração a temperatura, a umidade do ar e a velocidade do vento.
Entre os principais resultados encontrados pelo arquiteto, que também é museólogo, o ruído externo ao Parque chega a medir 80 decibéis (db), quando o nível recomendado para áreas residenciais fica em torno de 55 db, durante o dia, e 50 db, à noite.
Em decorrência do grande número de infratores ambientais, o Juizado de Meio Ambiente realiza o evento, Educação ambiental aos infratores de crimes ambientais, nesta segunda-feira, de 8h30 às 12h e das 14h às 17h, e, na terça-feira (23), das 14 às 17h.
(Envolverde/Ministério da Ciência e Tecnologia)