Estudantes de jornalismo debatem a juventude na política
RBS
Acadêmicos da 8ª fase do curso de Jornalismo da Unisul Pedra Branca realizam a mesa redonda ‘Juventude Política: potência de transformação', nesta terça-feira, dia 24/9, às 19 horas, na sala 321 do bloco B. Participam do debater o escritor Amílcar Neves, a socióloga Caroline Bellaguarda de Azevedo, a cientista social Janice Tirelli Ponte de Sousa, a pedagoga Maike Cristine Ricci e o jornalista Renan Antunes de Oliveira.
A proposta é pensar a força política da juventude na história do Brasil e do mundo, como um agente desencadeador de transformações, revoluções, movimentos sociais.
O escritor, romancista, cronista e integrante dos conselhos de cultura municipal de Florianópolis e estadual, Amílcar Neves, divide a mesa de debates com a estudante da União da Juventude Comunista, Caroline Bella. Com eles, sentam-se a pedagoga e gerente de ensino da Secretaria de Estado da Educação, Maike Ricci, o jornalista internacional Renan Antunes Oliveira, detentor de um Prêmio Esso, e o cientista político, Valmir Martins, professor da Unisul.
Também representam os acadêmicos dois líderes estudantis, da Unisul e da UFSC, Carolina Bellagrando e Carlos Piantá. Eles participam do Movimento Passe Livre e da Frente de Luta pelo Transporte Público. Finaliza a composição da mesa-redonda a cientista social e professora da UFSC Janice Tirelli. “Ela é considerada a maior referência nacional na questão das manifestações políticas da juventude”, afirma a professora Raquel Wandelli.
De acordo com a professora Raquel Wandelli, da disciplina Vivência em Jornal-laboratório, em Santa Catarina, existem vários exemplos da ação de vanguarda da juventude, sobretudo a estudantil, articulada a outras forças e a outros segmentos sociais. “Como sabemos, a juventude tem um papel histórico na articulação entre transformação política e cultural, considerando os Centros de Cultura Popular da União Nacional dos Estudantes dos anos 1960”, afirma.
Raquel destaca o despertar da juventude para a política e para discussão dos destinos do país. “Isto ficou evidenciado com a indignação manifestada nas ruas contra a corrupção e o descaso com as políticas públicas. Elas permitem, se não desmentir, ao menos relativizar uma crença que já estava enraizada sobre a alienação dos jovens da era da internet”, avalia.
Cilene Macedo - Jornalista
Gestão de Comunicação
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