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Cinco estudantes carentes do programa socioeducacional Bom Aluno, mantido pelo Instituto Bom Aluno do Brasil, estão desenvolvendo habilidades através de vivência internacional. São estudantes de baixa renda que ingressaram no programa por conta de seu alto desempenho escolar.
Na última segunda-feira (12), Diogo de Oliveira Barros, de apenas 17 anos, embarcou para a Espanha. Ele foi selecionado pelo Ministério da Educação (MEC) para fazer o curso de Farmácia, em Salamanca. No fim deste mês embarca para a Dinamarca a recém-formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Andressa de França Bisol (foto), de 23 anos. Ela viaja por conta da Novozymes Latin America, empresa escandinava que acaba de efetivá-la e que vai patrocinar uma experiência de dois meses na matriz da maior fabricante de enzimas industriais do mundo.
Emanuella Ribeiro Barth, de 16 anos, foi selecionada pelo Rotary Club para um intercâmbio e está praticando o alemão para viajar em julho. Outros dois bons alunos, Diego Bergamini, 24 anos, e Rodolfo de Souza Júnior já estão no exterior. Este último cursa Engenharia Industrial Elétrica na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e faz aprimoramentos na Alemanha. O primeiro faz mestrado na área de marketing, em Milão.
O programa Bom Aluno foi criado pelos empresários paranaenses Luiz Bonacin e Francisco Simeão, em 1993. É um projeto sustentado por dez empresas privadas que "adotam" estudantes, custeando-lhes o aprendizado. Desde o início, mais de 120 integrantes já concluíram o ensino superior, sendo que dois deles retribuem todos os meses para financiar os estudos dos que ainda participam. Para saber mais acesse o site do programa.
(Envolverde/Nota 10)
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