Estudante em intercâmbio desaparece nos EUA
Há 13 dias a estudante brasileira Carla Vicentini, 22 anos, está desaparecida. Ela embarcou para os Estados Unidos no dia 19 de janeiro, com contrato de intercâmbio com a empresa World Study , de Curitiba, para trabalhar. Segundo uma colega dela, Maria Eduarda Ribeiro, de Brasília, que também está nos Estados Unidos, na noite do dia 9 de fevereiro Carla teria saído embriagada e acompanhada de um homem desconhecido de uma casa noturna na cidade de Newark, em New Jersey , e não foi mais vista.
Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa da World Study, Carla assinou contrato de intercâmbio para trabalhar em uma rede fast-food na cidade de Dover, em New Jersey, onde teria moradia garantida. A empresa diz que não sabia, até então, que Carla havia saído de Dover para Newark e que havia saído do emprego. Carla teria a oportunidade de entrar em contato com o próprio empregador ou com a central de atendimento da World Study para solicitar um novo emprego, caso estivesse descontente com o salário ou a atividade. Mas não o fez.
A empresa de intercâmbio assumiu o caso e diz estar em contato direto com a chefe de missões especiais da polícia de New Jersey e que fotos e todos os documentos solicitados foram encaminhados. A polícia não tem pistas do desaparecimento.
O pai de Carla, Orlando Vicentini, diz que ela estudava engenharia têxtil na cidade de Goioerê, onde reside a família, e que fazia contato diário por telefone e pelo serviço de mensagens instantâneas da internet. Ele também informou que Carla teria feito intercâmbio para estudar e que, nos Estados Unidos, trabalhava como garçonete em um restaurante português em Newark, onde morava com a colega Maria Eduarda em uma casa de um amigo seu.