| No Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, alguns temas importantes ressurgem no debate público, entre eles a educação sanitária e o acesso a condições mínimas de saneamento. A boa saúde da população depende de projetos de melhorias que atendam aos 2,6 bilhões de pessoas que não têm acesso a redes de esgotos no mundo e aos 1,1 bilhão que não têm acesso à água potável, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a falta de hospitais públicos bem estruturados e de leitos disponíveis estão entre os grandes desafios a serem enfrentados nos próximos anos. Para mobilizar os esforços mundiais em torno dessas questões, a OMS oficializou essa data em 1948. O setor cloro-soda acompanha de perto a evolução mundial em saneamento básico, já que o cloro é o principal agente de desinfecção da água mundo afora. No tratamento de esgotos e efluentes, o cloro também desempenha uma função essencial. Mas a Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados – Abiclor optou por destacar, este ano, o papel de cada cidadão, com seus hábitos e costumes, na manutenção da saúde e na melhoria da qualidade de vida de sua família. A Abiclor lança, no Dia Mundial da Saúde, os primeiros vídeos da série de palestras “Saúde começa em casa”. Essas palestras foram desenvolvidas em parceria com a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e contam com a coordenação da Dra. Carmela Maggiuzzo Grindler, médica responsável pelas Unidades de Internação do Depto. de Pediatria da Santa Casa.
Os vídeos estarão disponíveis no Canal da Abiclor do YouTube (http://www.youtube.com/abiclor). A entidade busca, por meio das tecnologias disponíveis, facilitar o acesso ao conteúdo e disponibilizar a todos os interessados as melhores formas de manter sua casa livre de bactérias e microorganismos causadores de doenças. Nessa tarefa, a água sanitária é uma grande aliada: ela deve ser utilizada na lavagem de frutas e verduras e na limpeza dos ambientes e dos utensílios domésticos, como tábuas de corte, liquidificadores e até mesmo as esponjas e os panos de prato.
Segundo a OMS, 6 milhões de crianças morrem anualmente por causa de doenças infecciosas, como infecções intestinais, doenças respiratórias agudas, malária e sarampo. “Esse número pode ser minimizado com medidas caseiras simples, que não são postas em prática devido à falta de instrução e de condições financeiras das famílias”, afirma Dra. Carmela, que acredita que a educação sanitária pode trazer importantes melhorias para as famílias brasileiras. (Envolverde/Assessoria de Imprensa) |