Colégio Americano envolve 500 estudantes em ação ambiental
Projeto permanente de Coleta Seletiva
Preocupado com a questão ambiental, o Colégio Metodista Americano dá início ao projeto permanente de Coleta Seletiva. Mais do que simplesmente separar os resíduos, a ação prevê o ensinamento de como aproveitar ao máximo cada material. O lançamento oficial ocorre na próxima terça-feira, 9, no Auditório Elizabeth Lee (Rua Dr. Lauro de Oliveira, 71) em dois horários, das 10h às 11h e das 14h30 às 15h30.
O programa envolve cerca de 500 estudantes da 1ª à 5ª série e tem como destaque a educação ambiental. A abertura do projeto conta com a participação do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), que apresenta a peça teatral "Os dez mandamentos do asseio público: chega de lixo". A campanha tem como símbolo os "monstrinhos" produzidos pelo Laboratório de Design Institucional da Rede Metodista de Educação do Sul (LDI).
O objetivo da Coleta Seletiva é envolver alunos, funcionários e professores no processo de resolução dos problemas ambientais. Cada sala de aula terá dois "monstrinhos comedores de resíduos", um para materiais recicláveis e outro para orgânicos. As peças serão produzidas pelos(as) próprios(as) alunos(as) durante a próxima semana. Ao longo do ano, oficinas de reciclagem acontecem no colégio e todo o material acumulado é doado para o Hospital São Pedro.
O Coleta Seletiva é uma proposta da Rede Metodista de Educação do Sul através do comitê da Gestão Ambiental, do Escritório de Projetos e do LDI.
O aquecimento global em números
No relatório de 2007, o Painel Intergovernametal das Alterações Climáticas da ONU (IPCC) apresentou uma estimativa de que até o final do século a temperatura do Planeta irá subir de 1,8ºC a 4,0ºC. A previsão significa um aumento de 20% na precipitação de certas regiões e a diminuição de chuvas em diferentes localidades, o que ocasionaria não só enchentes e secas, mas também fome, falta de água e de energia elétrica.
Outras conseqüências seriam um aumento da força e freqüência de furacões, mesmo em locais sem histórico para esse tipo de fenômeno, como o ciclone Catarina, que ocorreu no sul do Brasil em 2004. Esse aumento na temperatura pode também resultar no desaparecimento de dois terços das espécies da fauna e da flora terrestre.
Crédito da imagem: USP
(Envolverde/Assessoria)