22/08/2007

Brincadeiras antigas são resgatadas na escola

Em meio a computadores, videogames e outros brinquedos eletrônicos, a Escola São Gabriel volta ao tempo e trás aos seus alunos brincadeiras antigas, enriquecendo ainda mais o seu processo pedagógico

São Paulo - Brincadeiras de roda, amarelinha, pular corda, são diversões raras entre as crianças nos dias atuais. Não que elas não gostem desse tipo de brincadeiras, mas porque muitas delas não têm espaço adequado para se divertirem, ou mesmo pela violência, que faz com que os pais prefiram que os filhos brinquem dentro de casa. Pensando nesse contexto, a Escola São Gabriel enriquece a cultura dos seus alunos com brincadeiras antigas, que priorizam a imaginação.

A diretora da escola, Karen Kaufmann Sacchetto, diz que é muito importante que os educadores façam o resgate das brincadeiras antigas. "Essas brincadeiras fazem com que as crianças usem a imaginação, expressem criatividade e dêem asas à fantasia, além de desenvolver a coordenação ampla e lateralidade, proporcionam ainda um aprendizado mais prazeroso", explica.

As brincadeiras antigas não têm como princípio retirar das crianças as atividades com os eletrônicos, já que todos têm a sua função. Mas é através do resgate das atividades que as crianças aprendem a exercitar situações cotidianas e, em casos de jogos cooperativos e de competição, a lidar com as conquistas e derrotas. Além disso, o ato de brincar está associado ao desenvolvimento da inteligência, da sensibilidade e da assimilação de informações.

Brincadeiras lúdicas e apropriadas a cada etapa do desenvolvimento, ajudam as crianças. "Incluir o lúdico no processo pedagógico estimula a autonomia dos nossos alunos e contribui para a formação de uma personalidade integra e completa", explica Karen, enfatizando que tudo isso tem que ser feito em um ambiente adequado e motivador para estabelecer a qualidade das experiências vividas pelas crianças.

Portanto, as escolas só têm a ganhar com o resgate das brincadeiras antigas. Pega-pega, peteca, morto e vivo, e tantas outras brincadeiras esquecidas, podem enriquecer a cultura dos pequenos, valorizando a cooperação e até diminuindo conflitos. "As brincadeiras passadas de geração para geração são ricas em ensinamentos e vivências de valores irrenunciáveis, além de trabalhar a socialização e solução de conflitos", finaliza Karen.


Serviço:
Escola São Gabriel
Rua Padre Chico, 552 - Pompéia - São Paulo
http://www.escolasaogabriel.com.br
(Envolverde/Assessoria)

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