31/10/2008

Automação permite qualidade e aumenta produtividade na indústria sucroalcooleira

O curso de Engenharia de Alimentos da Fazu promoveu a palestra “Automação e Controle na Usina de Açúcar e Álcool”. O tema foi apresentado pelo engenheiro especialista da usina Cururipe, professor dos cursos de pós-graduação da Fazu, Geração de Energia e Processamento na Indústria Sucroalcooleira, Fernando Pedra. O professor falou do avanço da automação na aplicação e controle do processo de fabricação de açúcar e álcool no Brasil.

 

Segundo ele, a automação possui segmentos eficientes como a mecatrônica, “que consiste na combinação sinérgica das engenharias mecânica e eletrônica, com interface na informática, para controle e estratégias empresariais visando o desenvolvimento de produtos e processos de produção”. Ele informa que a utilização da automação permite às indústrias brasileiras atenderem aos padrões de qualidade exigidos principalmente para exportação dos produtos. “O setor se torna eficiente na fabricação para vender e competir”, enfatiza.

 

Fernando Pedra afirma que a automação evolui no setor sucroalcooleiro. “São muitos os investimentos feitos nesses sistemas, pois por meio deles é possível obter maior produtividade e qualidade”, comenta. Um exemplo é a automação nos cozedores a vácuo para fabricação de açúcar.

 

A Sugar Technology InternacionaI – STI foi uma das empresas que inovou ao aplicar sistemas com câmaras para controle do tamanho dos cristais de açúcar em cozedores das usinas açucareiras. Ela lançou o Sugarscope, uma câmera com microzoom que possui um tubo de spray para limpeza. O sistema não necessita de manutenção devido ao seu revestimento robusto com vidro fundido. É feita apenas a troca de uma lâmpada, quando necessária.

 

O sistema também funciona de forma simples: um sinal de vídeo é transmitido para o processador de imagem onde o tamanho dos cristais é quantificado durante os primeiros 30 minutos após a semeadura, etapa mais critica do processo. O dispositivo permite detectar, também, a formação de espuma e os resultados podem ser transformados em um sinal de saída para controle de processos.

 

O curso de Engenharia de Alimentos da Fazu promoveu a palestra “Automação e Controle na Usina de Açúcar e Álcool”. O tema foi apresentado pelo engenheiro especialista da usina Cururipe, professor dos cursos de pós-graduação da Fazu, Geração de Energia e Processamento na Indústria Sucroalcooleira, Fernando Pedra. O professor falou do avanço da automação na aplicação e controle do processo de fabricação de açúcar e álcool no Brasil.

 

Segundo ele, a automação possui segmentos eficientes como a mecatrônica, “que consiste na combinação sinérgica das engenharias mecânica e eletrônica, com interface na informática, para controle e estratégias empresariais visando o desenvolvimento de produtos e processos de produção”. Ele informa que a utilização da automação permite às indústrias brasileiras atenderem aos padrões de qualidade exigidos principalmente para exportação dos produtos. “O setor se torna eficiente na fabricação para vender e competir”, enfatiza.

 

Fernando Pedra afirma que a automação evolui no setor sucroalcooleiro. “São muitos os investimentos feitos nesses sistemas, pois por meio deles é possível obter maior produtividade e qualidade”, comenta. Um exemplo é a automação nos cozedores a vácuo para fabricação de açúcar.

 

A Sugar Technology InternacionaI – STI foi uma das empresas que inovou ao aplicar sistemas com câmaras para controle do tamanho dos cristais de açúcar em cozedores das usinas açucareiras. Ela lançou o Sugarscope, uma câmera com microzoom que possui um tubo de spray para limpeza. O sistema não necessita de manutenção devido ao seu revestimento robusto com vidro fundido. É feita apenas a troca de uma lâmpada, quando necessária.

 

O sistema também funciona de forma simples: um sinal de vídeo é transmitido para o processador de imagem onde o tamanho dos cristais é quantificado durante os primeiros 30 minutos após a semeadura, etapa mais critica do processo. O dispositivo permite detectar, também, a formação de espuma e os resultados podem ser transformados em um sinal de saída para controle de processos.

 

Isabela Avelar

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